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Estudar no estrangeiro

 

Porquê Estudar no Estrangeiro?

Há um momento em que tu sabes. Percebes que o mundo vai muito para além da tua casa, do teu canal de televisão, da tua escola... Há um dia em que te apercebes de que há mais. Muito mais! Percebes, principalmente, que não sabes tudo. Aliás, sabes até muito pouco. Essa perceção não é fácil... Custa perceber que tudo o que conheces é apenas uma ínfima parte daquilo que há para conhecer.E depois? Como se compreende o mundo imenso lá fora? É simples: olha-se por uma janela diferente. Essa é a parte difícil.... Para se ver outra paisagem, tem de se mudar de lugar. Portanto, procura-se outro horizonte. Ou tenta-se, pelo menos. Vê-se uma perspetiva diferente de uma realidade outrora aparentemente conhecida. Nela, o céu confunde-se com o mar e nem olhando bem perto é possível detetar a diferença. Não se sabe ao certo se as nuvens estão pousadas à tona da água, ou se se está a uma altitude suficientemente elevada para que até as nuvens pareçam distantes.Há um momento em que tu percebes. Percebes que o mundo vai muito para além dos livros que leste, dos filmes que viste e das músicas que ouviste. Há um dia em que juntas toda essa informação e, ainda assim, parece que não sabes nada. É tempo de estenderes os teus horizontes e procurares aquilo que nunca soubeste que existia. Não há propriamente um momento certo. Por isso, cria-o!

Porquê a Brock University?

Sempre que alguém me pergunta porque escolhi a Brock University, eu costumo contar a história, cujo nome é “O Meu Pai Ttrabalha Para Uma Empresa Canadiana”... Contudo, a Brock é muito mais do que isso e não há muitas palavras que a descrevam efetivamente.

Brock University significa comunidade, experiência, união e oportunidade! É um local onde podes aprender através dos teus próprios erros, uma vez que tens todo o espaço do mundo para seres quem és! Aqui, a diversidade não só é aceite, como também é respeitada e celebrada!

Por um lado, as aulas, o acesso a tecnologia de última geração e a creatividade faz de nós melhores estudantes. Por outro lado, está a experiência espelhada nos mais diversos eventos: workshops gratuitos, oportunidades de voluntariadado e de carreira, seminários/tutoriais/labs, varsity teams (inter-universitário) e intramurals (intra-universitário), residências universitárias (residence life), eventos comunitários, entre tantos outros...! A Brock não faz só de nós melhores estudantes. Fazendo jus ao seu slongan (“For the both sides of the brain”), torna-nos melhores pessoas!

Como estudante internacional, estou condenada a ter saudades de casa... Como não quando a minha casa é a dez horas de distância? Contudo, quanto mais envolvida estou na Universidade e na Comunidade de Niagara, mais consigo ver esta Universidade como uma segunda casa. E a Brock tornou tudo mais fácil...

Experimenta a Brock! Faz parte dos melhores fãs do Canadá!

 

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Maior lição do mundo

Na semana de 18 e 22 de setembro as turmas 11º 1, 2 e 6 e as turmas 12º 3 e 12º 10 da nossa escola aceitaram o desafio proposto pela UNICEF e a Direção Geral da Educação , «A Maior Lição do Mundo» e refletiram sobre o Desenvolvimento Sustentável – Da Ideia à Ação. Todos os alunos enfatizaram a necessidade de cada um de nós mudar muitos comportamentos para que o nosso planeta se torne mais habitável e, ao mesmo tempo, para respeitar os direitos essenciais das novas gerações a coisas tão básicas que estão agora ameaçadas como o direito à saúde, á água, à alimentação, à biodiversidade, ao prazer de desfrutar de uma paisagem natural não poluída nem destruída. Estas são algumas das propostas que os alunos envolvidos se propõem realizar:

  • Organizar grupos de voluntários que ajudem a limpar as matas e, dessa forma, prevenir incêndios que devastam o património florestal e a vida selvagem;
  • Organizar campanhas de sensibilização ambiental e de comportamentos de respeito com o ambiente para os alunos mais novos do agrupamento;
  • Solicitar às instituições políticas a melhoria dos transportes públicos e a utilização das energias menos poluentes em meios de transporte e iluminação;
  • Intervir junto das autoridades competentes para legislar e, de outro modo, ajudar a prevenir as descargas poluentes nos cursos de água e na atmosfera;
  • Desenvolver um sistema de recompensas (não necessariamente financeiras mas vantajosas em termos sociais) para os que reciclam e, de outras formas, protegem o ambiente e a biodiversidade.
  • Os nossos alunos envolvem-se nesta luta e estão de parabéns!

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Entrevista - JF Carnide

  1. Quem teve a ideia de uma mascote para a cidadania?
  2. Foi uma criança de Carnide que há muito tempo atrás teve a ideia e que me desenhou. Depois o sonho dela tornou-se realidade, a Junta concretizou e criou essa mascote. O Sou. 

  3. O que significam as cores escolhidas?
  4. Sou azul e verde porque são as cores do planeta terra. Porque eu gosto de cuidar do planeta terra. Ajudo os amigos a aprenderem a tratar bem do nosso planeta, a poupar a água, a não deitar o lixo para o chão, a ser um bom cidadão do nosso planeta. E também tenho esta cor verde porque representa a tranquilidade. Eu sou muito tranquilo e gosto de estar em tranquilidade, gosto de resolver os problemas de uma forma tranquila, a conversar.

  5. Que outros projectos têm para a juventude?
  6. Projectos há muitos. Tanto os nossos como aqueles que nos são propostos pelas nossas associações. Nós temos um movimento associativo muito forte. Existem muitas associações, desde associações ligadas à cultura, outras ao desporto, muitas a trabalhar especificamente com os jovens. Muito trabalho que é feito na Junta não é feito necessariamente pela Junta. Nós achamos que a Junta não tem de se substituir às instituições que já existem. Portanto, muitas vezes o nosso trabalho é apoiar o trabalho dos outros, para que os outros tenham condições ou o estímulo para desenvolver esse trabalho. Temos, felizmente, aqui na freguesia, associações muito dinâmicas. Podemos falar, por exemplo, a Associação Nacional de Futebol de Rua, é um projecto muito interessante para a juventude e que trabalha não só no bairro Padre Cruz como também, mais recentemente, na Horta Nova. Eles fazem um trabalho muito interessante com os jovens utilizando o desporto, como forma de captar e interessar os jovens. Por detrás disso vem muita coisa, vem o apoio ao estudo, à construção de uma carreira no futuro, a procura de emprego, uma série de coisas… Nós, como Junta, temos vários projectos nossos, sempre em colaboração com essas associações. Não acreditamos no trabalho isolado. Por exemplo, no ano passado desenvolvemos com eles dois projectos. Um com os jovens de Carnide, no sentido de perceber o que fazem e gostariam de fazer nos tempos livres. Isso interessa-nos, gostamos de saber o que os jovens pensam, porque nós podemos estar enganados. Não sou jovem há muito tempo, já tenho 44 anos.

  7. E o outro projecto de que falou?
  8. O outro projecto tem a ver com o envolvimento da juventude no movimento associativo. Como digo, em Carnide existem muitas associações que, se calhar, vocês não conhecem e que já desenvolvem trabalho em áreas que vos dizem respeito. Em primeiro lugar, explicamos em que consiste o movimento associativo, como é que os jovens podem fazer a diferença. Os jovens não têm de estar à espera que as coisas sejam resolvidas, podem envolver-se e fazer parte da mudança. E o movimento associativo é uma das formas mais ricas de o fazer. Porque estão a fazer algo de que gostam também, porque há coisas para todos os gostos. Há associações para a cultura, para o teatro, para o desporto, o desporto radical, e podem fazer a diferença com as associações existentes. Ou então, podem eles próprios criar uma associação. Imaginem que vocês têm um gosto muito especial por uma actividade e não existe, em Carnide ou no país, uma associação dedicada a isso. Agora vou brincar um bocadinho. Imaginem que adoram aquários e peixes e vêm que não existe na vossa zona uma associação para a aquariofilia, para o gosto pelos peixes. Daí que a nossa ideia seja ir às escola, explicar o que é o movimento associativo, dizer quais as associações que existem e qual é a forma de serem vocês próprios a criarem uma associação se for essa a vossa orientação.

Edição da entrevista:
João Meireles
Kevin Fonseca

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Ciência Experimental na EB Luz Carnide

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